Situada entre Belém (PA) e Manaus (AM), Santarém é banhada pelos rios Amazonas, de águas barrentas, e Tapajós, de águas claras e verdes, o que forma um lindo encontro de águas que não se misturam por quilômetros. Esses rios atribuem a Alter do Chão uma vocação ecoturística, com 300 km de incríveis praias de água doce com areia branca, além de passeios nafloresta, lagos, ilhas, cachoeiras e

igarapés.

Alter do Chão: É uma vila a 38 km de Santarém, em plena Amazônia, e tem praias com areias brancas banhadas por águas mornas, doces e azul-esverdeadas do Rio Tapajós. As praias aparecem principalmente entre agosto e novembro, período de seca do rio. Também é possível fazer trilhas na floresta, praticar rapel, canyoning, pesca esportiva, nadar com botos e conhecer comunidades locais.

Centro Cultural João Fona: Fica em um dos prédios mais antigos da cidade. Inaugurado em 1868, já sediou o Fórum de Justiça, o Presídio e os poderes legislativo e executivo. Atualmente, abriga um importante acervo que conta parte da história da cidade. Há, ainda, peças arqueológicas, fósseis de peixes e de

uma baleia que subiu o rio, moedas antigas, imagens sacras esculpidas em madeira e peças de cerâmica produzidas por uma das mais importantes nações indígenas do Pará: os Tapajós.

Floresta Nacional dos Tapajós: Fica perto de Santarém e às margens do Rio Tapajós, e é uma das unidades de conservação mais prósperas e protegidas da Amazônia. São 527 mil hectares de floresta, lagos, rios, campos e 160 km de praias. O local abriga cerca de 500 indígenas da etnia Munduruku e 5 mil ribeirinhos. Na Floresta,

você pode ser guiado por trilhas (inclusive noturnas) pela mata observando fauna e flora, passear de canoa por igarapés, aproveitar praias fluviais, visitar comunidades indígenas, passar pela casa de farinha e conhecer o projeto de manejo florestal sustentável.

Praia Ponta do Cururu: Próxima à vila de Alter do Chão, a Praia Ponta do Cururu surge em um breve período do ano, na seca, com extensa faixa de areia branca e fina que avança até 2 km em direção ao Rio Tapajós. O nome deriva da enorme rocha na praia que lembra o formato do sapo cururu.

Fontes: www.turismo.gov.br e www.feriasenobrasil.com.br