Histórias de Mistério

Monstro, café e um pássaro antipático (Episódio XLIV)

— As grades da jaula estavam a menos de dois metros de mim. Ele estava abaixado, acocorado, do lado de dentro da jaula me...

Olhos de Fogo (Episódio XLIII)

— Eu não queria, mas minhas pernas andavam sem meu consentimento — disse Heitor com a boca cheia. Mastigou rápido e engoliu a fim...

Pintado à urucum (Episódio XLII)

A boca de Durval se encheu de água ao ver a travessa de barro sobre a mesa com o pintado à urucum. Os pintados...

Ele está entre nós (Episódio XLI)

— Como assim ele está entre nós? — Perguntou Durval. — Sempre esteve, Durval! Sempre esteve entre nós — respondeu Heitor. — E não é...

O Minotauro (Episódio XL)

— Eu nunca vou esquecer dos olhos do monstro me fitando no escuro — disse Heitor com o charuto a meio caminho da boca....

Penumbra (Episódio XXXIX)

— E então avistei a jaula — disse Heitor dando outra baforada no charuto e soltando a fumaça para cima. — Estava bem escuro no...

Cão fiel (Episódio XXXVIII)

— Me aproximei da jaula, mas não dava para ver nada dentro dela. Estava escuro demais — disse Heitor. Durval fitava o ex-capitão do exército...

Preso com a fera (Episódio XXXVII)

Durval ouviu um miado, depois outro e mais um. Não queria desgrudar os olhos de Heitor e de sua história sobre a invasão ilícita...

Amigo de verdade (Episódio XXXVI)

— Mas afinal o que era o barulho do rugido que vocês ouviram no laboratório? — Perguntou Durval. — Até aquele momento nenhum de nós...

O despertar da besta (Episódio XXXV)

Durval ouvia boquiaberto a história de Heitor, o capitão reformado do exército que havia adentrado ilicitamente em um laboratório do governo onde Botelho fazia...

Na toca do inimigo (Episódio XXXIV)

O alarme havia disparado. Durval estava boquiaberto ouvindo o relato de Heitor, o ex-capitão do exército que adentrara ilicitamente nos laboratórios onde Botelho havia...

O laboratório secreto (Episódio XXXIII)

Durval percebeu que não havia bebido nem um gole sequer do suco de melancia que Melinda havia lhe servido. Apoiara o copo em cima...

Adentrando o subterrâneo (Episódio XXXII)

Reabastecido com um novo copo de suco de melancia fornecido por Melinda, esposa de Heitor, Durval ouviu a história sentado ao lado do gato...

Pompa, circunstância e Mistério (Episódio XXXI)

Durval bebericou o suco de melancia que Melinda havia lhe servido. A mulher de Heitor devia ter no máximo 25 anos, tinha cabelos negros...

O homem com chifres (Episódio XXX)

A fotografia deveria ter sido colorida quando tirada, mas estava tão envelhecida que parecia preto e branca. Durval aproximou o álbum do rosto. De...

Um pássaro incoveniente (Episódio XXIX)

Durval acompanhou Heitor do portão até a entrada da casa. O quintal era obsessivamente arrumado. Cada pedra que formava o caminho até a casa...

Nada de Fofoca (Episódio XXVIII)

Durval olhou para o relógio uma última vez antes de tocar a campainha da casa número 72 da Rua Bela Vista em Santa Tereza....

Cornu Cutaneum (Episódio XXVII)

Durval não conseguia dormir. Já estava há quase duas horas rolando na cama e matutando sobre tudo que Dolores havia dito na cozinha. De...

O assassino é seu amigo (Episódio XXVI)

— Como assim “ele é o assassino”? Foi a pergunta que Durval fez a Dolores assim que entraram em casa. Ele a acompanhou até a...

Mais perto do céu (Episódio XXV)

Quando Durval cruzou o portão de entrada da casa um calafrio percorreu sua espinha. Simplesmente não sabia o que faria se Dolores ainda não...

Titânio (Episódio XXIV)

— Olha isso... olha isso! — Repetia o legista, enquanto dissecava a perna do defunto. Durval e Botelho olhavam fixamente para o trabalho do legista...

Água Régia (Episódio XXIII)

  — Como podem ver, o rosto está desfigurado — disse o legista apontando para o cadáver estirado na mesa de aço. Durval mantinha a cabeça...

O interrogatório (Episódio XVIII)

Então você confirma que a faca é sua? — perguntou o delegado. Em cima da mesa, dentro de um saco plástico transparente, repousava a faca...

O cadáver, enfim (Episódio XVII)

Os olhos arregalados de Durval não piscavam quando Botelho destravou as duas trancas de metal na lateral do caixão e abriu a tampa com...

Do outro lado do rio (Episódio XVI)

A trilha pelo meio da mata era estreita e Durval mantinha uma das mãos à frente do rosto para que os galhos não furassem...

No cafundó do Judas (Episódio XV)

A camionete de Botelho pulava para cima e para baixo a cada buraco da rua de terra. Durval procurava manter sua perna engessada apoiada...

A revelação (Episódio XIV)

Durval virou-se e viu Botelho parado no início do corredor. O professor de biologia estava ofegante, com a boca aberta, a língua para fora...

A ameaça (Episódio XIII)

“Se não quiser morrer pare de se meter onde não é da sua conta”. Era tudo o que havia na carta. Escrita com letras...

A carta misteriosa (Episódio XII)

Durval estava todo espremido no banco de trás do Fusca de Joana. A mulher havia empurrado o assento do motorista todo para trás a...

Beethoven no hospital (Episódio XI)

Joana havia trazido a sopranino junto. Ela sabia que Durval preferia a flauta mais aguda quando estava ansioso ou preocupado. E ele estava bem...

Paranóia no hospital ( Capítulo X)

      Quando Durval abriu os olhos viu Dolores debruçada sobre ele. Os olhos dela estavam arregalados e fixos, a boca entreaberta. A...

O assassino ataca de novo (Capítulo IX)

A primeira sensação foi de um vazio enorme no estômago. Por um momento o tempo parou, enquanto o Corcel transpunha a borda do abismo...

Caminho de volta (Capítulo VIII)

     Durval sempre se perguntava por que deixava escurecer para ir embora da casa de Botelho. Sabia que as estradas de terra ficavam...

O sapato do assassino (Capítulo VII)

— É uma pegada, não há dúvida — disse o professor. O laboratório de Botelho ficava no porão da casa. O teto era baixo e...

A velha raposa (Capítulo VI)

     O caminho até a casa de Botelho era intrincado e de difícil acesso. Morava em um sítio afastado do centro da cidade....

A evidência do crime (Capítulo V)

O cadáver havia sumido. Uma hora estava estirado na cozinha da casa de Durval e Dolores, com o sangue formando uma poça circular ao...

O primeiro suspeito (Capítulo IV)

             Durval voltou para a sala e parou em pé perto da janela. Sabia que não estava louco. E...

Um estranho desaparecimento (Capítulo III)

            Quando o delegado Moreira chegou na casa de Dona Dolores e Seu Durval, não sabia o que ia encontrar...

Um caso de polícia (Capítulo II)

            Dona Dolores desmaiou quando viu o cadáver estirado bem no meio de sua cozinha. O choque de ver...

Um cadáver na cozinha (Capítulo I)

            Dona Dolores estava dormindo no sofá da sala. Tinha se aconchegado no colo do marido que roncava alto....